Casa-atelier A26
Porto, 2015
40°02'32.8"N
7°00'50.6"W
41°53'24.7"N
12°28'10.0"E
Casa-atelier A26
Porto, 2015
39°26'57.1"N
7°22'06.7"W
39°17'38"N
7°25'53"W
45°27'25.9"N
9°11'17.8"E
41°53'55.1"N
12°28'36.5"E
Capela Mortuária
Barrancos, 2019
38°54'56.4"N
6°20'20.3"W
41°53'31.5"N
12°29'17.5"E
39°24'57.0"N
7°27'11.0"W
38°26'35.9"N
7°25'03.2"W
42°56'47.6"N
9°11'35.4"W
43°46'23.6"N
11°15'22.0"E
Ordem dos Arquitectos
Lisboa, 2020
43°46'23.7"N
11°15'17.9"E
43°46'27.8"N
11°15'14.6"E
43°46'04.5"N
11°15'20.2"E
41°08'51.6"N
8°36'34.7"W
41°09'32.7"N
8°35'24.6"W
41°09'32.7"N
8°35'24.6"W
41°11'17.3"N
8°38'43.5"W
42°57'05.2"N
9°16'27.5"W
42°57'05.2"N
9°16'27.5"W
39°24'53.9"N
7°27'06.1"W
Vila Romana do Rabaçal
Rabaçal, 2019
43°04'14.7"N
11°38'02.9"E
38°23'25.9"N
7°33'04.5"W
38°07'43.3"N
6°58'17.9"W
45°28'05.9"N
9°12'05.5"E
Casa-atelier A26
Porto, 2015
46°28'06.2"N
6°49'45.6"E
37°05'35.7"N
7°41'05.2"W
41°56'31"N
6°45'44"W
Abrigo de Peregrinos
Poço, 2017
41°54'25"N
12°27'12"E
Mercado de Santa Clara
Lisboa, 2017
45°29'57.7"N
9°06'03.2"E
41°29'2"N
7°10'54"W
41°56'25"N
6°36'59"W
45°27'27.5"N
9°11'12.5"E
45°26'18.3"N
12°19'17.5"E
45°26'17.9"N
12°19'20.4"E
Edifício Cascais Jovem
Parede, 2019
41°09'41.5"N
8°36'00.1"W
41°16'07.9"N
8°04'36.9"W
Instalação Viagem I
Exposição colectiva Volúpia I, 2016
Extensão da Fábrica Sampaio Ferreira
Riba d'Ave, 2016 (concurso, 2º prémio)
Capela Mortuária
Barrancos, 2019
Colóquio Desenhar em Viagem
Universidade de Coimbra, 2018
40°45'29.2"N
7°06'28.9"W
40°45'27.1"N
7°06'29.2"W
40°45'25.1"N
7°06'22.5"W
41°10'00.4"N
8°36'44.1"W
40°14'12.7"N
8°26'41.0"W
41°9'49.9"N
8°35'37.7"W
41°8'45.4"N
8°37'13.4"W
40°45'25.1"N
7°06'22.5"W
40°45'25.1"N
7°06'22.5"W
41°8'33.2"N
8°36'40.3"W
41°32'42.1"N
8°47'11.4"W
41°32'43.5"N
8°47'5.6"W
Casa-atelier A26
Porto, 2015
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
Casa em Ovar
2021-
45°28'31.5"N
9°09'43.0"E
45°28'35.9"N
9°09'55.3"E
45°28'35.9"N
9°09'55.3"E
43°46'16.2"N
11°14'57.9"E
41°37'21.0"N
8°27'34.6"W
41°11'43.0"N
8°36'14.6"W
Duque de Saldanha
Porto, 2019-21
38°38'46.2"N
8°12'51.3"W

FMVS é uma equipa de arquitectos empenhada numa prática pertinente e sensível. Conscientes da sobre-estimulação da vida contemporânea, procuramos desenhar edifícios dotados de uma solidez perceptual que ofereça estabilidade e conforto aos quotidianos que neles tomarão lugar.

Fascinam-nos as arquitecturas que despertam uma observação demorada, capazes de fazer erguer o olhar pela sua presença subtil, pelo cuidado do detalhe ou pelo seu carácter enigmático. Acreditamos que esta resiliência é, a par da criteriosa escolha dos materiais e da adequação das soluções técnicas, uma característica fundamental para a longevidade de um edifício e, por isso, para a sua sustentabilidade.

Abordamos cada projecto como uma resposta precisa às especificidades do cliente e à interpretação crítica dos contextos em que se insere, sobretudo por meio de uma consciência selectiva de pequenos costumes, de acasos e peculiaridades que importa potenciar.

Duque de Saldanha
Porto, 2019-21

Os gestos quase cirúrgicos foram a parte relevante nesta operação de diálogo que pretendia clarificar e acrescentar uma nova dimensão aos espaços.

Sem sacrificar a densidade do passado, foi possível criar nichos e óculos, somar novas veias à enfilade, abrir ao céu e ao jardim veraneante, estabelecendo múltiplos laços com o exterior, com a luz e com os materiais, desenhando novas funcionalidades.

O conforto da cor fez-se da sensibilidade de quem a habita, do quente da nogueira e da inesperada parede aguarelada, que trouxe pompeia até ao bonfim.


Arquitectura FMVS
Fotografia de Frederico Martinho

Pavillon im Park
Zurique, 2020

Um pavilhão no parque, programa híbrido entre o café e o descanso, localizado na envolvente verde do renovado hospital universitário, pretende ser ponto de encontro informal para estudantes do campus universitário, visitantes do cluster de saúde ou do novo Fórum de Zurique.

Da vontade de criar um objeto forte, independente e, simultaneamente, de impacto reduzido, desenha-se um volume compacto, de planta quadrangular, que se aninha por entre o verde das árvores e une, com uma sala transversal de atmosfera simples e convidativa, os lados opostos da rua e do parque.

A cobertura de uma água acompanha esta dualidade e faz-se alta e generosa quando voltada à copa das árvores e baixa e amigável a quem circula no passeio. A direção da pendente é ainda protagonista de uma reverência à praça pública a sul, cuja inclinação desafia o vértice baixo, numa estranheza geométrica que se quer caracterizadora.


Arquitectura FMVS + MMMR
Concurso, org. Hochschulgebiet Zürich Zentrum

2º prémio

Lordelo do Ouro
Porto, 2020-

O projeto para dois novos edifícios de habitação coletiva no Lordelo parte, antes de mais, de um enquadramento paisagístico de enorme potencial. Este carácter excecional de edifícios no parque constituirá um princípio importante na definição da proposta, desde logo na definição volumétrica que, com ajustes ao formato retangular proposto no plano, alivia a tensão de um volume cartesiano para o integrar na organicidade da topografia e flora envolventes.

A expressão material e o tratamento das fachadas integra os edifícios novos na envolvente construída quanto à expressão e à escala, sobretudo para que, com a sua aproximação, estas duas novas peças contribuam para a valorização de todo o conjunto.


Arquitectura FMVS
Concurso, org. Município do Porto

1º prémio

Ordem dos Arquitectos
Lisboa, 2019

Fruto da intenção de renovar a identidade e a presença institucional da sede da OA nasce uma proposta que estende e optimiza o antigo edifício dos banhos de S. Paulo até ao limite do quarteirão, absorvendo a construção anexa.

Revestido por uma composição magnéticamescla entre a calçada portuguesa e o românico toscanoo volume térreo articula a entrada norte do edifício principal com o espaço polivalente e as salas de formação, para culminar no café voltado para a praça, estabelecendo um diálogo público com a tríade Jardim-Mercado-Correios.


Arquitectura FMVS
Concurso, org. Ordem dos Arquitectos

Casa-atelier A26
Porto, 2014-15

Uma casa que já era atelier, sem pretensões de grandeza, manteve a sua estrutura livre e singular, assegurou a autonomia entre pisos, procurou o conforto nas cores, no mobiliário e nos materiais e, no exterior, a figueira ganhou um pátio.


Arquitectura FMVS + Sarah Drouet
Fotografia de Frederico Martinho

Mercado de Santa Clara
Lisboa, 2017

Caracterizado pela dualidade entre implantação sobranceira no espaço público e a escala amigável de um equipamento de bairro, o Mercado de Santa Clara soube conservar as suas características principais: um eixo longitudinal de atravessamento físico e visual entre os seus dois extremos e, em paralelo, a unidade da grande nave central. E é isto que a intervenção actual para a adaptação do mercado a novos usos pretende enfatizar ao lateralizar os espaços técnicos para libertar a nave central a inúmeras apropriações, possíveis pela introdução de um sistema de compartimentação pragmático e flexível de telas reguláveis.

Utilizadas nas fachadas das lojas voltadas para o exterior ou nos toldos informais da feira da ladra, as telas dão continuidade a uma materialidade familiar ao Mercado, agora com uma presença renovada.


Arquitectura FMVS
Concurso, org. Município de Lisboa e Trienal de Arquitectura

1º prémio

Abrigo de Peregrinos
Condeixa-a-Nova, 2017–

A topografia, com grande impacto no modo como se chega à aldeia, confirma que se trata de um ponto fértilaqui abunda pinheiro manso, oliveira e terreno de cultivo, num vale verde e fresco onde o poço comunitário, e que dá nome à aldeia, ainda existe. Já com poucos habitantes, explicar-se-ia o reduzido tamanho da povoação pelo facto de não ficar propriamente a caminho de nada a não ser, paradoxalmente, Santiago de Compostela, razão pela qual se pretende transformar um curral, de localização abeirada, numa casa de campo que é, simultaneamente, um apoio do Caminho.

Sinaliza-se a paragem por meio de um elemento vertical insólito que confere destaque ao volume e atrai o caminhante, onde encontra acolhimento numa reconstrução que explora a autenticidade do imaginário vernacular materializada numa expressão contemporânea.


Arquitectura FMVS

Capela Mortuária
Barrancos, 2019

O edifício da casa mortuária, construído em betão-taipa, surge do terreno do olival, fundindo-se com os muros de xisto existentes. Implantado no prolongamento da praça do cemitério, recebe serenamente de forma a devolver as vistas para a vila e para o horizontede beleza excepcional. Em busca de uma interioridade característica, a sua estrutura espacial inspira-se no ancestral modelo da casa-pátio, onde uma cuidada sucessão de filtros encaminha até aos espaços de velatório.

O pórtico de entrada assume-se como síntese do carácter do edifício, cujas colunas espessas evocam simultaneamente a nobreza de um templo clássico, bem como a gravitas das colunas de alvenaria emblemáticas da arquitectura tradicional alentejana.


Arquitectura FMVS
Concurso, org. Município de Barrancos

Edifício Cascais Jovem
Parede, 2019

Este equipamento de uso comunitário, a implantar no vazio urbano entre a praça e o largo da estação, terá um papel fundamental quer como charneira na transposição da barreira ferroviária, promovendo a transversalidade da circulação, quer como elemento dinamizador do espaço público da praça, requalificando a envolvente e consolidando o corredor verde que se prolonga até ao mar.

Inspirado no modelo da casa veraneante, embebe a memória do alçado existente a partir do qual se constrói. A sua volumetria compacta vai sendo desconstruída em altura com recuados alternados em busca de vistas de mareco das coberturas cruciformes ou tripartidas vizinhas, onde é recorrente a presença de um elemento vertical.


Arquitectura FMVS
Concurso, org. Município de Cascais

Biografia

Vânia Saraiva e Filipe Madeira são arquitetos formados pelo Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra (DARQ-FCTUC).

Filipe colaborou no escritório Figueiredo+Pena (2013-19), onde foi responsável pela coordenação do projeto de reabilitação de 3 edifícios na Rua do Almada, prémio João de Almada 2019 e nomeado para Mies Van Der Rohe 2022. Em paralelo, desenvolve projetos e colaborações com Paulo Providência.

Vânia colaborou com Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernandez no Atelier 15 (2009-11) e na Craft Arquitetos (2013-19), com destaque para a participação no concurso público - 1º prémio - e projeto/obra da extensão da Residência Sénior Les Berges du Léman em Vevey, Suíça.

Desenvolvem prática profissional independente em co-autoria desde 2014 a partir do Porto, com experiência em projetos de iniciativa pública e privada em vários países - Portugal, Suíça, E.U.A. e França -, assim como na área da investigação, com participação em várias exposições, publicações e conferências.

Destaques

2021 2º lugar. Concurso público para um pavilhão/café no parque do hospital universitário de Zurique, Suíça. Em colaboração com MMMR. Org. Município de Zurique / Hochschulgebiet Zürich Zentrum.
2020 1º lugar. Concurso público para dois edifícios de habitação coletiva no Lordelo do Ouro, Porto. Org. Câmara Municipal do Porto. Em curso.
2017 1º lugar. Concurso de ideias para adaptação a novos usos do Mercado de Santa Clara, Lisboa. Org. Município de Lisboa / Trienal de Arquitetura. Em fase de Estudo Prévio.
2016 2º lugar. Concurso de ideias para revitalização da Fábrica Sampaio Ferreira, Riba d’Ave. Org. Plataforma Espaço de Arquitetura, com o apoio do Município de V. N. Famalicão.
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